sexta-feira, 27 de abril de 2018

Nós e o consumismo

No que toca a consumismo, todos nós temos um pouco... seja por roupa, acessórios, sapatos, decoração, entre outros itens, ao ponto de, darmos por nós a cobiçar uma determinada peça e a pensarmos "Ficaria tão bem no meu armário, tenho que comprar!". 
Quem nunca? Parece que por vezes somos insaciáveis e queremos sempre mais.

A verdade é que se refletirmos sobre esta questão, nunca vivemos numa época de tantos excessos. A publicidade, por exemplo, cria em nós necessidades inexistentes nas pessoas e criar assim círculos viciosos de consumo. E as montras? E os sites online? Tudo isso tem como objetivo atrair as pessoas a querer adquirir os produtos.


Mas será que precisamos assim de tanta coisa para sermos felizes? Será que isso se relaciona com a felicidade? Pelo contrário, pois os desejos incontroláveis geram em nós sempre sentimentos de falta, por querermos sempre mais.

Já refletiram sobre esta temática?





O que é realmente importante nas vossas vidas? Partilhem connosco!


Um beijinho,
I. e A.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Óleo de argão - Cien

Gostamos de cuidar dos nossos cabelos e testar sempre novos produtos e no que toca a serum para as pontas por norma utilizamos produtos de marcas como Schwarzkopf, L'oreal, Novex, entre outras. Marcas que podem ser encontradas em lojas como, a Pluricosmética ou online (por exemplo, Primor.) Já experimentámos vários e com valores sempre acima dos 10€ e são poucos os que realmente gostamos e voltamos a adquirir. 

Numa conversa de facebook, nomeadamente no grupo do Cronograma Capilar, ouvimos falar muito bem do óleo de argão da Cien e decidimos dar uma oportunidade a este produto e testá-lo.

Após utilizarmos este produto na nossa rotina diária durante 2 meses decidimos trazer a nossa opinião. Quanto ao produto em si, é um óleo normal com o cheiro característico de argão que quando aplicado no nosso cabelo não deixa qualquer tipo de perfume e não deixa o cabelo oleoso ou com aspecto de tal - pelo menos não sentimos isso nos nossos cabelos. 

Um ponto contra é que na hora de aplicar sentimos que necessitamos de aplicar uma grande quantidade para hidratar todas as pontas. No entanto, após a aplicação espalha-se facilmente deixando o cabelo mais sedoso e brilhante o que para nós são pontos bastante positivos pois, ambas temos o cabelo comprido e pintado/descolorado.

Este óleo do Lidl é bastante acessível em termos monetários, ronda os 3,99€. Depois de o testarmos já o adquirimos diversas vezes pois, consideramos que tem uma ótima relação qualidade/preço.



E, vocês? Já conhecem? Já experimentaram? Qual a vossa opinião?


Beijinhos,
I. e A.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Fizemos yoga durante um mês

Devem ter lido o título e pensaram "qual é o mal de terem feito Yoga? Vocês não frequentam ginásio? Fazer Yoga não é nada demais, certo?" Enganem-se amigos, para nós é todo um novo mundo. Uma de nós é bastante competitiva e não diz não a um desafio, está constantemente a magicar novas ideias e a fazer loucuras. A outra alinha em algumas das loucuras e pensou: "Yoga? Dizem que é bom para aumentar a flexibilidade, não é? Sou péssima nisso e tenho problemas de costas, porque não?"

A ideia maluca foi minha (I.) mas a A., aceitou e lá fomos as duas. Eu já tinha experimentado uma aula no ginásio mas, correu pessimamente mal. Quem me conhece sabe que sou uma pessoa super acelerada, fui parar a uma aula super tranquila, com música super calma, um ambiente super relaxante. Mas desengane-se quem pense que uma aula de Yoga é tranquila, quando a professora começa a explicar o que temos de fazer eu que até tenho bastante flexibilidade, senti-me uma nódoa negra porque não dava uma para caixa e não estava no verdadeiro "mood" destas aulas. Jurei para nunca mais mas isto não foi bem assim pois, um dia resolvi que deveria voltar para me superar a mim mesma e arrastar comigo a A.

Vamos então contar como correu a nossa experiência. A ideia era no mínimo fazer 1 aula por semana durante um mês, pensando que ao fim deste tempo já faríamos algo de jeito. Experimentamos algumas aulas a horas diferentes para analisarmos qual a que mais gostávamos, pois existem diferentes tipo de Yoga e no nosso ginásio de acordo com o dia e hora, são professores diferentes que dão aulas também elas diferentes.

À partida o nosso principal objetivo com estas aulas era aumentar a nossa flexibilidade, no entanto, o Yoga vai muito mais para além disto. Com estas aulas conseguimos conectar-nos mais a nós próprios e com o mundo que nos rodeia, aumentando a nossa força emocional através dos poderes da meditação. Outro dos benefícios do Yoga é também a força física, pois para além de todas as posições requererem flexibilidade e equilíbrio, é necessário alguma força física.

A flexibilidade era sem dúvida um grande entrave, para uma nós, para praticar estas aulas e a primeira tentativa foi frustrante para a A. No entanto, com o decorrer da prática fomos nos apercebendo que para a prática de Yoga não é necessário muita flexibilidade, à medida que vamos praticando as nossas capacidades vão se desenvolvendo de acordo com as necessidades. Adorámos o desafio de nos superarmos e sermos melhor a cada dia que passa, se inicialmente certas posições era um verdadeiro terror hoje em dia já estamos melhor e ficamos orgulhosas da nossa conquista.

Com o decorrer destas aulas para além de querermos sermos melhor fisicamente temos investido bastante para sermos melhor interiormente. Para nós é sem dúvida muito mais difícil a meditação, isto é, a força emocional que a física. Nas primeiras aulas sentimos que não conseguíamos abstrair do espaço em que estávamos e meditar, e isto é um dos pontos mais importantes na prática do Yoga, o que para nós sentíamos que estávamos a falhar redondamente. Tentamos investir mais nesta área e até mesmo tentar diariamente tirar 5 minutos no nosso dia-a-dia para meditar. Ainda estamos longe de saber assim como, dar o devido valor e significado à palavra meditar mas é algo que queremos e estamos a lutar para ser melhor.

De modo a concluir este testemunho acho que é bastante notório que ficámos fãs desta aula, pois quando estamos lá sentimos que é o nosso momento, onde parámos para nos focarmos em nós e meditar de modo, a conhecer-nos e focarmos mais em nós. Fazemos esta aula ao domingo de manhã sempre que conseguimos, saímos de lá mais leve e preparadas para enfrentar a nova semana com outro ar e entusiasmo.



E, vocês? São fãs de Yoga? Nunca experimentaram? Gostavam? :)

Beijinhos,
I. e A.

sábado, 21 de abril de 2018

Alimentar a alma e o coração | Essência

Decidimos experimentar um restaurante vegetariano. Já há bastante tempo que o queríamos ter feito mas tínhamos receio de experimentar algo muito diferente do qual não fôssemos gostar e adiávamos sempre. Então, decidimos procurar alguns e encontramos um que despertou o nosso interesse - Essência.

Localizado no Porto, mais concretamente no Carvalhido, tem uma decoração maravilhosa e pratos muito bem conseguidos.

O que comemos
De entradas pedimos uma alheira vegetariana com espinafres e amêndoa em massa filo (e vegan) e era deliciosa. Como pratos principais, uma de nós pediu bife de seitan com molho de amêndoa, acompanhado com rostï e grelos salteados e a outra comeu uma massa incrível com cogumelos e espinafres.
Mas de sobremesa... ui de sobremesa pedimos o melhor brownie de chocolate acompanhado com uma bola de gelado de pêssego, que de longe foi o melhor bolo que já comemos até hoje e que ainda recordamos prazeirosamente. Pedimos ainda outra sobremesa que era uma tarte gelada de cardamomo com praliné de noz de macadâmia (que para além de ser bastante bom, tinha uma apresentação lindíssima).

Preços
Julgo que pagamos cerca de 20 euros por pessoa mas podem consultar os preços aqui.

Atendimento
Gostamos imenso do atendimento e a relações públicas era super simpática e prestável. Prometemos voltar.

Galeria de fotos






O que acharam?


Beijinhos,
I. e A.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Champô seco - Batiste

Existe sempre aquele dia em que acordamos tarde e não temos tempo de lavar o cabelo ou então nos dias em que treinamos mais do que uma vez por dia, o champô seco é o nosso maior aliado nestas situações.

As principais funções deste produto é absorver o excesso de sebo, dando um aspecto cuidado e volumoso. Consideramos que o champô seco é um produto que todos deveríamos ter para nos salvar em qualquer situação. Para nós este não serve apenas para nos ajudar quando não queremos lavar o cabelo, utilizamos também para nos dar um certo volume, formas ao cabelo ou até mesmo auxiliar em penteados.

Há quem considere o uso deste produto pouco higiénico pelo facto de adiar lavar o cabelo mas a verdade é que muita gente, tal como nós, sofre do mal de ter o cabelo oleoso ou pelo facto de não repetir lavagens no mesmo dia por questões de desporto ou entre outros.

Já utilizamos várias marcas quer de hipermercados bem como de farmácias ou parafarmácias e a nossa preferida é sem dúvida a Batiste. Costumamos adquirir este produto na Primark pelo valor de 2,75€ ou no Pingo Doce por 3,99€.

E, porque é que esta marca é das nossas preferidas?

Bem, como sabem estes produtos são conhecidos por deixar um pó no cabelo que nos faz parecer que temos o cabelo cinzento. Com o champô seco da Batiste conseguimos facilmente retirar todo o pó através de massagens ao couro cabeludo de forma a colocar em toda a raiz do cabelo e aguardar uns momentos, passamos uma toalha seca e retiramos todo o pó, o cabelo não fica branco e podemos mexer livremente no cabelo sem ficar com as mãos brancas ou com algum tipo de pó/produto. 

A aplicação deste champô dá-nos a sensação de ter mais volume, muitas vezes temos o cabelo limpo e colocamos um pouco deste produto só para nos levantar a raiz e podermos ficar com um ar de quem saiu do cabeleireiro :p


E, vocês? Usam champô seco? Qual é o vosso favorito? Contem-nos tudo, queremos experimentar novos produtos :p

Beijinhos,
I. e A.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Fizemos um bolo de abóbora... e ficou incrível!

Hoje partilhamos com vocês uma receita de bolo de abóbora e coco que é deliciosa e que os nossos amigos gostaram imenso. Por isso, se quiserem oferecer um miminho doce a alguém especial das vossas vidas e ligeiramente mais nutritiva, espreitem esta receita.

Ingredientes:
- 4 ovos
- 70 g de margarina
- 300 g de açúcar (desta forma fica bem docinho, podem sempre reduzir um pouco, consoante os vossos gostos pessoais)
- 600 g de abóbora crua (deve ficar cerca de metade depois de cozida)
- 120 g de farinha de trigo para bolos
- 120 g de farinha maisena
- 70 g de coco ralado
- 1 colher de sobremesa de fermento em pó



Modo de preparação:
- Cortem a abóbora em pedaços e levem a cozer em água. Depois de cozida, coloquem a polpa sobre um coador para perder toda a água da cozedura e esmaguem um pouco a mesma com um garfo. Depois de escorrida, deve ficar com aproximadamente 320g a 350g. 
- Batam as gemas com a margarina até ficar uma mistura cremosa. Depois, acrescentem um a um os outros ingredientes - abóbora, açúcar, farinha de trigo, farinha maisena, coco ralado e fermento em pó. Por fim, juntem as claras batidas em castelo. 
- Untem e enfarinhem uma forma de buraco grande. Levem ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 a 45 minutos (isto na verdade depende dos fornos, usem a técnica do palito para ver quando já está pronto, nós colocamos muito menos tempo por exemplo). Deixem arrefecer um pouco e desenformem.


Deixamos aqui uma fotografia do bolo que fizemos:


Experimentem e deliciem-se! 

Beijinhos,
I. e A.

domingo, 15 de abril de 2018

O que vos move?

Somos ser humanos e, como tal, temos emoções e nem sempre acordamos bem dispostos e preparados para enfrentar o mundo. 

Há dias em que acordamos super entusiasmadas e cheias de planos e ideias para concretizar e, por outro lado, existem outros em que só nos apetecia ficar na cama longe de tudo e todos. E não, não consideramos que sofremos de pensamentos mais negativos ou depressivos, são apenas as emoções a tomarem conta das nossas maiores ações. Costuma dizer a sabedoria popular que é nesses dias maus que muitas vezes vemos a força que temos para ser mais e melhores. Mas afinal o que vos move a serem pessoas melhores?

Há uns tempos lemos que o que nos move é o amor. Sim, o amor. Não tem necessariamente de ser o amor que nutrimos por um companheiro mas sim o amor próprio, o amor pela família e pelos amigos. Mas será que, por muito que represente uma porção significativa e saudável na nossa vida, é suficiente para nos preencher? De facto o amor é essencial. Sentirmos que alguém nos ama incondicionalmente, nomeadamente os nossos defeitos e particularidades é glorioso. Talvez um pouco inexplicável. Mas bonito e sincero. Diariamente dão valor a essas "pequenas" coisas?

Já pensaram acerca da vossa carreira profissional? Já se perguntaram se gostam daquilo que fazem? E não podemos confundir com os sentimentos de cansaço que notamos em dias de total esgotamento e stress. Todos temos dias assim e muitas pessoas gostam daquilo que fazem e dedicam-se totalmente. Talvez isso seja um entrave. Passarmos cerca de 8h por dia a desempenhar tarefas que para nós não nos completam (não é o nosso caso em particular) pode despoletar emoções muito complicadas em lidar.

E em termos de objetivos pessoais? Acordam todos os dias com pensamentos de: "Quero muito fazer/adquirir/alcançar aquilo. Vou trabalhar para isso". Fazem um balanço regular daquilo que vos deixa menos felizes, se podemos colocar o cenário dessa forma, e como podem alterar isso na vossa vida?

Parecem todos tópicos um pouco abstratos mas se pensarem bem, se tivéssemos mais momentos de reflexão nas nossas vidas, se calhar as coisas correriam-nos melhor. Uma das grandes dificuldades do ser humano, e claro está que nem todos sofremos dela, é não conseguirem expor com facilidade os nossos problemas, angústias e/ou inquietações, seja a nível pessoal, familiar ou profissional. Por muito que pareça um cliché, complicamos imenso tudo na nossa vida... mas se pensarmos, é mesmo complicado falarmos sobre assuntos com os quais não nos sentimos confortáveis... outro cliché é que "tudo tem um motivo" mas efetivamente isto é mesmo verdade ...

O que podemos fazer para descomplicar a vida?




Um beijinho grande,
I. e A.